Oxford pelos olhos de uma intercambista (parte 2)

Eai futuros/ex intercambistas , vamos falar sobre programas culturais em Oxford?

Se você tem Oxford como próxima parada, senta aí e começa a anotar, são dicas de ouro pra você não ficar sem ter o que fazer nessa cidade maravilhosa. E se você -ainda- não tiver Oxford no roteiro, espero que consiga fazê-lo mudar de ideia.

Pois bem, começando pelo fato de que eu sou apaixonada por coisas medievais. Me deparar com a grande maioria dos 38 colleges de Oxford foi como estar num livro de história, quando levando em consideração que as universidades, em sua maioria, são localizadas em antigas construções (lê-se castelos) da cidade. Pense numa pessoa que ficou apaixonada e registrando tudo em vídeos e fotos: eu!

  • Open days: quem aí já ouviu falar? Se escutar alguém comentando sobre isso, cola nela que é sucesso. Os open days são nada mais nada menos do que dias (normalmente sábados e domingos) em que as faculdades abrem suas portas para todo mundo que quiser visitar os campus. Na maioria das vezes, eles não cobram nada por isso, no máximo colocam uma plaquinha na entrada indicando que você pode dar “o quanto você quiser”, e esse dinheiro normalmente é revertido para uma instituição de caridade.IMG_1289.jpg
    Quando estive em Oxford, tive a sorte de pegar um final de semana de open days, e pude visitar 15 universidades (se não estiver errando as contas). Fiz até mesmo um vídeo (#Aloucadosvídeos) com vídeos e fotos de algumas delas, e prometo colocar no youtube qualquer dia desses.
  • Parques: não tem como negar que meus olhos brilham só de pensar em passar a tarde no parque com os amigos. Vale constar que boa parte desse amor todo que eu sinto por aqueles gramados verdes cheio de jovens (alguns jogando algum esporte, outros apenas sentados conversando e comendo/bebendo algo) deve-se aos meus amigos muito habilidosos, João Pedro e Wayne. O João (como quem já leu esse posts deve saber)  garantia que nenhum momento passasse em branco, tirava foto de tudo, inclusive das caretas que eu fazia enquanto reclamava pedindo pra ele parar com os clicks. E o Wayne arrasava no violão! Música+fotos+amigos+comidas+bebidas= <3-South Park: fica por trás do Tesco da Cowley Road. Lembro que no período entre outubro->dezembro começou a ficar muuuito frio e por isso, era impossível ficar no parque se não tivesse bem agasalhado. Além de tudo chovia quase todos os dias -mesmo quando o dia começa com um solzão? Sim- e a dica é ir com alguma botinha fácil de limpar, nada de tênis bonitinho ou sapatilhas. A dica pra o South Park é andar até os “fundos” do parque, onde a grama é mais elevada. Lá de cima você tem uma vista surreal da cidade, vale muito a pena (preciso dizer que no pôr do sol fica ainda mais lindo?).IMG_1956
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    -Christ Church: mais conhecido pelo seu dining room do que por qualquer outra coisa, o Christ Church que também é um College e tem um parque maravilhoso, ganhou atenção quando o Dining Room foi usado como inspiração para os filmes de JK Rowling, Harry Potter. Ao contrário do que muitos pensam, o filme não foi gravado lá, mas o espaço foi minunciosamente copiado e recriado em um estúdio, onde ocorreram as gravações. Vale muito a pena conhecer o College, principalmente se você for fã de Harry Potter. Por ser muito perto do centro, é o destino preferido para comer alguma coisa no intervalo do almoço, para fazer piquenique a tarde ou até mesmo para dar uma volta.

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  • Museus: tenho que assumir que sou muito cri cri pra gostar de museus. História sempre foi uma das minhas matérias preferidas e eu amo coisa antiga, vivo falando “acho que nasci na época errada” pelo fato de amar histórias medievais, castelos, o jeito como as mulheres se vestiam antigamente com aqueles vestidos longos e rodados… Mas passar horas e horas andando e vendo quadros e estátuas não é muito minha praia, então tenho uma teoria de que quando eu gosto, é porque o museu é muito bom mesmo #selogiovanadegarantia kkkk. Então, os que vou indicar aqui, são os que eu realmente gostei.
    -Ashmolean Museum: maravilhosa a arquitetura externa do museu -que é o museu público mais antigo da Inglaterra- e por dentro é super moderno, muito legal mesmo! Tem umas áreas interativas e restaurante (tanto interno, quanto um no rooftop, com uma vista linda!). Vale a pena ir.oxford-cf-eatdrink-oxford-ashmolean-roof-terrace-ks-restaurants-gastro-pubs-2126-large
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    -Natural History Museum: dentro do museu tem o Pitt Rivers Museum, que contém a coleção de objetos antropológicos e arqueológicos da Oxford University. Vale muito a pena ir.

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  • Bridge of Sighs: a ponte -acredito que seja a mais famosa de Oxford- liga o Hertford College e o New College Lane. É parada obrigatória para fotos!DSC02381.JPG
  • Door that inspired Narnia: curiosidade, mas que vale a pena a parada. Essa porta é alvo de muitos flashes ao longo do dia, por ser conhecida como a porta que inspirou a porta do filme de Nárnia, além de ser muito bonita. Fica entre a High Street e a Radcliff Camera.IMG_1341.jpg
  • Botanic Gardens: apesar de haver momentos em que parecia que eu já conhecia Oxford como a palma da minha mão, tiveram lugares que eu não cheguei a ir -que pena ein Pai, acho que vou ter que ir lá qualquer dia desses- e um desses lugares foi o Botanic Garden. Quem me conhece sabe o quanto eu sou apaixonada por flores, e não tem explicação eu nunca ter ido lá. Sempre babei nas fotos, mas no dia que eu marquei com meus amigos de finalmente conhecer o Botanic Garden, já estava fechado. E isso foi no meu penúltimo dia em Oxford, ou seja, perdi a chance! Mas, como eu sei que esse lugar é maravilhoso, faço questão de indicar, tenho certeza que ninguém vai se arrepender de ter ido, e sim de não ter ido!IMG_6190
  • Oxford Castle: o “castelo” não é nada impressionante, principalmente quando comparado com as 38 universidades que existem nos arredores de Oxford, que como já disse anteriormente são verdadeiros castelos. O Oxford Castle teve boa parte da sua estrutura destruída na Guerra Civil Inglesa no séc 18, e ainda no final desse século foi usado como prisão. Apenas em 1996 deixou de ser prisão e passou a ser um hotel -da série coisas que só acontecem na Europa- clica aqui pra entrar no site do hotel. Dica: na frente do castelo tem um morro que você paga 1 pound (se eu não me engano) pra subir e ver o por do sol lá de cima é a coisa mais linda do mundo, vale a pena!

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  • Bodleian library: foi inaugurada em 1602 com um acervo de 2000 livros. Hoje, tem 9 milhões de livros espalhados por 176 quilometros de prateleiras, e podendo acomodar até 2500 leitores. Será que é grande? Ainda preciso dizer que vale a pena a visita? Ps: fica logo na frente da Radcliff Camera, e ao lado da Bridge of Sighs.

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  • Radcliff Camera: um dos pontos turísticos mais falados de Oxford, a famosa biblioteca da Oxford University foi construída em 1749. Não consegui visitar a parte interna, mas se você der sorte, vai pegar algum Open Day.IMG_6490
  • Punting: antes de ir para a Inglaterra não fazia a mínima ideia do que se tratava, mas a partir do momento que coloquei os pés lá vi o quanto o britânicos e turistas adoravam esse esporte -sim, punting é um esporte- e o quanto é lindo ver os rios cheios de barquinhos, seja com casais tomando um vinho com uma cesta cheia de comida, como com adolescentes se divertindo ao tentar guiar o barco. Bom, obviamente o meu caso se encaixa melhor no segundo exemplo. Todo meu amor por punting deve-se a um dos melhores dias do meu intercâmbio em Cambridge. Poderia escrever um textão contando como foi engraçado quase cair enquanto tentava fazer o nosso barco seguir em uma linha reta sem bater em nenhum outro -sim, minhas amigas ME escolheram pra ser a pessoa que fica em pé “remando”, fofas- ou como perseguimos um barco porque nele estava um menino muito parecido com o Cody Simpson (rolou até foto, coitado do menino), ou como foi engraçado e desesperador quando Duda quase caiu quando tentou me substituir, ou como estávamos nos sentindo as famosinhas do rio quando pessoas de outros barcos passavam por nós falando frases motivadoras para a gente sair do canto, rindo e até mesmo tirando fotos nossas. Foi de longe um dos melhores dias, por isso, recomendo muito!
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    Punting em Oxford

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  • Ice skating: a Kings (colégio em que estudei) sempre organizava uma programação semanal para termos o que fazer no tempo livre. E uma das programações era Ice Skating. Não cheguei a ir com o colégio, mas fui um dia com a Maju, uma amiga que conheci lá, e foi muito bom, sem falar que não pagamos nada por isso. Não lembro a localização exata, até porque a gente se perdeu no caminho, mas se você estiver em Oxford, procura saber se tá rolando ice skating por aí, vale muito a pena!IMG_5216.jpg
  • Cinema: nada melhor que um cineminha naqueles dias que você tá deprê! Fui várias vezes no que fica perto da estação de ônibus. A única coisa chata é que não tem muita variedade de filmes, mas é sempre uma boa pedida nos dias mais parados.

Então, paro por aqui o post sobre passeios/ programas culturais, e já começo a me preparar para escrever sobre a bagaceira vida noturna. Espero que tenham gostado! Qualquer dúvida fiquem a vontade pra falar comigo, vou adorar ajudá-los e dar ainda mais dicas do que eu puder.

Beijos e até a próxima!

 

 

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The next stop is: Recife Antigo

Oi gente,

Nessas férias recebi uma visita muito especial de duas amigas, @Dudapg lá de Gramado, que conheci no intercâmbio dos EUA, e a carioca @Majubonorino, que conheci na Inglaterra.

Nesses 13 dias que passamos juntas, baixou o espírito de guia turística em mim -que de guia não tenho nada- e lá fomos nós turistar por Recife, Olinda e Porto de Galinhas (aguardem mais nos próximos posts). Sendo sincera, apesar de sempre ter morado em Recife e de já ter ido algumas -muitas- vezes ao Recife Antigo, foi a primeira vez que estive la na vibe de carnaval: pessoas fantasiadas, ruas movimentadas, bares com cadeiras e mesas na rua com direito a música ao vivo, e claro, comerciantes ambulantes com seus acessórios carnavalescos dando ainda mais cor a cidade.

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Lugares onde você não pode deixar de dar uma passadinha nesse carnaval:

1.Marco Zero

O Marco Zero ganha um palco e vários dias de festa. Restaurantes próximos aproveitam para investir em estrutura para vender como camarote, e garantem que lá a festa só acaba depois do carnaval.

 

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Têm muitas opções de restaurantes/bares/cafés próximos ao tão famoso ponto turístico. Entre eles: Bar da Devassa (de longe, meu preferido), Seu Boteco, Boteco, Fri Sabor, Go temakeria, São Braz e mais…

2. Bodega do Velho, na Rua da Moeda

Estávamos passeando próximo ao shopping Paço da Alfândega, quando resolvemos entrar na livraria Cultura (que é parada obrigatória para os amantes de livros; a livraria é gigantesca e de enlouquecer). Saindo de lá, seguindo instruções da minha mãe, fomos seguindo o “som” da rua, até que nos encontramos com meus pais num barzinho chamado Bodega do Velho, que fica logo atrás do Shopping. Minha mãe disse que ele é super conhecido em Olinda, mas foi a primeira vez que fomos no do Recife Antigo.

O lugar é muito massa, cheio de mesinhas no lado de fora, cerveja -segundo meu pai- muito gelada, e pra completar ainda tinha música ao vivo. Não demorou muito pra alguns se levantarem e arriscarem um samba, até eu tentei! Não satisfeita, e apaixonada pela vibe carnavalesca do Recife Antigo, fui descendo a Rua da Moeda (onde se encontra o bar) com minhas amigas, e percebemos que se trata de uma rua cheia de barzinhos, um do lado do outro. Sem mencionar que a rua tava toda enfeitada com fitinhas coloridas, e me deparei com algumas pessoas já fantasiadas, por isso, não resisti comprar umas tiaras coloridas pra entrar no clima também.

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Bodega do velho, ou a Rua da Moeda, foi definitivamente um dos meus lugares preferidos, com uma animação e clima carnavalesco que eu nunca tinha vivenciado antes!

3. #PorAí

Então, esse último lugar, nós achamos quando estávamos voltando para Boa Viagem saindo da Bodega do Velho, por isso não sei dizer onde fica exatamente.

Chegando nessa rua, na qual de longe dava para ver uma aglomeração de pessoas e uma música muito alta, nos falaram que se tratava de um ensaio para algum bloco. Foi uma experiência única. A animação dos gringos que estavam curtindo o som, dos nativos que olhavam aquilo com tanta naturalidade mas ao mesmo tempo com tanto orgulho, e de pessoas como eu, que apesar de morar numa cidade que tem um dos carnavais mais conhecidos do Brasil, nunca tinha visto essa “energia” de perto.

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4. Museu Cais do Sertão

Achei muito genial esse museu. É muito bonito por dentro, e conta minunciosamente detalhes sobre a cultura do Sertão, o que inclui várias obras de Luiz Gonzaga. Por ser um museu interativo, deixa tudo ainda mais interessante. Jogos, salas de karaokê, sala com instrumentos musicais e muito mais! Vale a pena visitar.

Informações básicas: a entrada na quinta-feira é de graça. Nos outros dias, o ingresso custa R$ 10 (inteira) e o horário segue das 11h às 17h.

Ps: perdi todas minhas fotos no museu, mas peguei umas aqui no google pra mostrar pra vocês!

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Espero que tenham gostado,

Bom carnaval a todos!!

Alice’s Shop em Oxford

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Lewis Carroll, o autor da história de Alice, estudou na Oxford University, e depois de formado, trabalhou lá como professor de matemática. No seu tempo livre, passeava de barco, no Christ Church, com as 3 filhas de seu reitor, entre elas Alice, quem serviu de inspiração para o autor escrever o tão famoso livro.

Por esse motivo, a história de Alice é bastante conhecida na Inglaterra, e principalmente em Oxford, onde há essa pequena e encantadora lojinha. Canetas, cadernos, xícaras, lápis, chaveiros, bijuterias e muito mais. Acredito que não fui a única que entrei na loja e enlouqueci, querendo comprar cada coisinha que eu via pela frente! Vale a pena colocar no roteiro da viagem quando estiver visitando Oxford.

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Livro do mês: Intercâmbio na Era Digital

Para inaugurar a tag Livro do mês ninguém melhor do que Marina Motta, a quem eu devo todo meu agradecimento pela inspiração quando o assunto é intercâmbio e viagens. Na bagagem, a autora dos livros Intercâmbio de A a Z e do mais novo lançamento Intercâmbio na Era Digital, traz consigo 11 intercâmbios e viagens a mais de 40 países diferentes! Morou em diversas cidades, como: Bournemouth, Riverside, Sydney, La Rochelle, Paris, Vancouver, Toronto, Colônia e Orlando. Vivendo, assim, as mais diferentes experiências. Seus livros contam com relatos entusiasmados e muito originais sobre suas viagens e por isso garanto que vai muito além de um simples guia.

Marina, que começou sua vida como intercambista aos 14 anos, nos deu uma verdadeira mão na roda quando resolveu colocar em um livro todas as informações necessárias para viajar. O pré-intercâmbio, que vai desde o que levar na mala até a ansiedade que antecede a viagem. O pós-intercâmbio, com direito a um capítulo -um dos meus preferidos- detalhado sobre a tão falada síndrome do regresso. É impossível ler e não se pegar pensando “isso também aconteceu comigo”. Sem falar nos capítulos onde ela da informações sobre cursos para as mais diferentes faixas etárias, liberdade e segurança, dormitórios e casas de família, amores de intercâmbio, como conviver com pessoas de outras culturas, bolsas de estudo, visto e muitas outras coisas. É o tipo de livro que todo intercambista tem que ler antes de embarcar na sua próxima aventura, e que todos os outros tipos de viajantes deveriam ler para agregar informações na bagagem.

Confira também esse vídeo onde ela conta um pouco sobre o seu mais  novo lançamento: Intercâmbio na Era Digital.

Com uma escrita que faz o leitor se aproximar da autora, o livro torna-se algo instigante e ao mesmo tempo leve de ler, apesar das suas 200 e pouquinhas páginas. Fazendo você viajar a lugares de A a Z e se identificar com relatos bastantes atuais que englobam a geração “selfie”(principalmente no livro novo, já que o mesmo foi elaborado pensando nela). Abordando privilégios que a nossa geração usufrui, como o de matar as saudades da família e amigos via Skype, Facebook, Instagram, Whatsapp. E além disso, abordando também como lidar com os malefícios trazidos por essa nova era que está sempre com o status online. Eu, como leitora, garanto que ambos os livros não deixam a desejar.

Clique aqui para comprar o livro Intercâmbio de A a Z e aqui para comprar o livro Intercâmbio na Era Digital.

Boa leitura e boa viagem!

 

 

 

 

Eles não estão tão afim assim

Convencer os pais a te deixar fazer um intercâmbio além de ser a primeira etapa, é na maioria das vezes, o primeiro problema também. As vezes porque não conseguem te imaginar fora do controle deles, ou talvez porque eles têm medo que você não consiga se virar, talvez por acharem que vão gastar um valor muito mais alto do que realmente podem gastar, ou até mesmo por alguma história que escutaram -ou vivenciaram- sobre uma experiência ruim no intercâmbio. Então aqui vai a listinha do que fazer quando seus pais não estão tão afim assim de deixar você fazer um intercâmbio:

1. Mostre que você é responsável e está pronto para “se virar” mundo a fora.

A primeira etapa é mostrar que você sabe se virar. É um período de teste pré intercâmbio em que tudo de errado que você faz ganha uma proporção bem maior, e tudo de certo -que você sempre fez, como um filho exemplar– têm que ser ressaltado quando for convencê-los. A questão é que, você tem que se mostrar, por tempo indeterminado, o filho mais responsável e obediente do mundo. Daqueles que adoram colocar a mesa, lavar a louça, pegar água para a mãe, preparar um jantar especial pra família, arrumar a cama e lavar/separar as roupas sujas. Cada detalhe pode e deve ser usado ao seu favor na hora de argumentar, então “mãos na massa” e muita paciência!

2. Procure saber quais são as agências de viagem que oferecem o melhor atendimento e preparação.

O que você deve incluir na sua busca pela agência deve ser o apoio que eles te oferecem, principalmente quando você estiver fora; organização e preparação de quem vai organizar sua viagem são fundamentais. Procure indicações e avaliações de clientes das agências. Veja as informações que eles te fornecem em relação aos cursos, e não se esqueça de ver se no pacote eles oferecem a assistência médica internacional.

No meu caso, escolhi a  STB (clica aqui), que se mostrou bastante atenta aos mínimos detalhes para que tudo ocorresse bem, faço questão de indicar a agência, que mesmo de longe, me ofereceu apoio integral em tudo que precisei. 

3. Se o problema for o valor, pegue uma lista dos lugares mais baratos ou tente uma bolsa de estudos. 

O pessoal da agência pode te passar todas as informações sobre o lugar que oferece o melhor custo beneficio, de acordo com as suas preferências. Nas minhas pesquisas, vi frequentemente lugares como Malta, Salamanca, Chile e Canadá por um precinho bom. Procurando por aqui, achei esse blog que da umas dicas bem legais para uma viagem barata. Da uma olhadinha 7 dicas para um intercâmbio barato.

Achei também os melhores sites da vida vão ser grandes aliados na hora de escolher o destino:

⇒ no Numbeo basta colocar a cidade desejada e ele te informa a qualidade de vida, serviços de saúde, nível de criminalidade, trânsito e várias outras coisas.

⇒ no Expatistan, você pode comparar a cidade que você mora, com outras milhares de cidades do mundo. Te da uma noção do quanto seu custo de vida vai aumentar ou diminuir no próximo destino. Já amei, e fiz várias comparações hahaha.

4. Mostre vídeos e fotos de pessoas que fizeram intercâmbio.

Essa dica é infalível! Sempre rola aquela conversinha “olha QUE legal mãe, meu sonho fazer isso também!” “queria muito ter oportunidade de fazer isso um dia, fulana disse que é a melhor coisa do mundo!” e por aí vai. Procurei alguns vídeos já para ajudar, porque essa etapa é fundamental:

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Excursão com o colégio para Wales, Inglaterra.

 

ps: tudo bem que é vídeo de pessoas que viajaram o mundo todo, mas juro que serve hahaha impossível seus pais não se animarem com você quando assistirem.

5. Intercâmbio é, acima de tudo, um investimento.

Esse investimento não é só na carreira profissional, mas também na sua vida. Viver com diferentes culturas vai fazer de você uma pessoa mais paciente, mais madura e até mesmo mais “vivida” -como diria minha mãe- no sentido de lidar com pessoas que têm uma cultura totalmente diferente da sua e muitas vezes, fazer delas grandes amigos. E tudo isso vai muito além de dinheiro.

BOA SORTE!