Blog The Next Stop no Insta

Olá viajantes!

Como vocês estão? Sei que sumi um pouco, mas queria avisá-los que criei um insta pro blog (@blogthenextstop), o que deixa tudo bem mais rápido, fácil, legal e bonitinho né? hahaha fico toda noiada com aquela história de manter um feed combinando, apesar de saber que falhei – e ainda falho– muito nessa missão de seguir um padrão nas cores das fotos e tal.

Estar administrando o insta tá sendo um desafio e ao mesmo tempo uma diversão, ver aqueles números de seguidores crescendo (rumo aos 500 meu povo!), meus amigos me incentivando a continuar postando, amigos e conhecidos pedindo dicas sobre viagens e eu toda enrolada tentando agradar todo mundo e ainda dar conta da faculdade e do trabalho. Aliás, foi por isso mesmo que decidi criar o insta, pois sei que é muito mais rápido para preparar o que eu quero postar e eu sempre gastei o maior tempão nisso… E venhamos e convenhamos que, infelizmente essa plataforma de blog tá sendo cada vez mais deixada de lado né? As pessoas hoje em dia não tem costume de ler textos e mais textos. Por isso, como o tempo apertou, o Instagram tá sendo minha salvação!

fullsizerender-3Além de tudo, tenho que assumir que não sei muito bem como divulgar o blog (galera de marketing, vamos dar um help ai?). Até criei uma página no face, mas é aquela coisa, só meus amigos curtiram hahaha o que há de errado com meu marketing? Não é possível que só 194 pessoas gostem de ler sobre viagens nesse meu Braseeel.

Nas primeiras publicações lá no insta coloquei o checklist pro mochilão (e tou devendo um rewiew sobre o ele por sinal), postei muitaaaa coisa sobre as cidades que visitei na Espanha e ainda tenho muito o que postar! É onde eu posto, também, fotos que eu tiro de paisagem nas viagens (quem me conhece sabe que eu sou A louca das fotos). E claaaaro que eu não ia ficar postando só quando eu viajasse, por isso, tive a ideia de falar com amigos que estejam viajando para eles fazerem um “takeover” e contar um pouco mais sobre as suas viagens (obrigada Deco e Mandy por aceitarem e me darem total apoio com o instablog <3).

Então, é isso ai! Espero que me acompanhem lá agora, pois estarei bem mais presente. Sigam, marquem os amigos e todos aqueles blá blá blá’s, tá?

@blogthenextstop

Até a próxima! 😀

Papo de aventureiro: Mochilão

Oi gente!

Saudades de escrever aqui, tava sumida, mas voltei com uma notícia massa: vou fazer mochilão em julho com duas amigas!

Me aventurar por aí, descobrir novos lugares, conhecer novas pessoas, e tudo mais que seja “novo” sempre foi uma coisa presente na minha vida e quem me acompanha há mais tempo sabe disso. Então, fazer um mochilão sempre esteve no topo da minha wish list. Já tinha combinado 1000 vezes com minhas amigas, e tentado negociar diversas vezes com meus pais, e claro, parecia algo muito distante. Quando na vida eu achei que meu pai ia me deixar viajar com algumas amigas, ficar em hostels e viver toda correria, aventura e incertezas de um mochilão? Nunquinha, ainda mais com a cara de “não vai rolar” que ele sempre fazia quando a gente conversava sobre isso.

Eis que um belo dia ele não somente deixou, como me estimulou a fazer “vai filha! Combina com fulana! Vocês poderiam fazer esse roteiro aqui, ou podem ir pra esse lugar também, já pensou nesse aqui?”. E eu não podia perder essa chance! Corri pra falar com duas amigas que topam tudo e também são loucas por viagem e em 5 minutos já tava “tudo certo”.

Poderia ter sido só mais um combinado pra somar aqueles 1000 que eu falei la em cima, mas dessa vez a gente correu atrás e se tem uma coisa que eu aprendi foi: quer? Então faça acontecer. Se você não muda o jeito que corre atrás do que deseja, as coisas vão continuar acontecendo do mesmo jeito, não espere resultados diferentes.

  • Como escolher o roteiro?
    Primeiramente você precisa saber para onde quer ir.
    Europa? América do Sul? América do Norte? Ásia? Oceania?  África?giphy.gif
    Tenho muita vontade de fazer mochilão em todos os continentes (e isso continua lá na wish list), mas na hora de escolher o primeiro, meu coração tendeu pra Europa.

    O primeiro passo já tava dado.

    Algo que me ajudou muito foi ler e pesquisar sobre os países, sobre pessoas que já tinham feito mochilão na Grécia, Croácia, Alemanha, Espanha, Itália, Inglaterra… E sim, da uma vontade louca de ir pra todos os lugares possíveis e imagináveis, mas temos que ter pé no chão. Primeiro se pergunte quanto está disposto a gastar e depois veja quantos dias mais ou menos você pode viajar com o dinheiro que estipulou anteriormente.

    10 dias? 20? 1 mês? 2 meses? Agora se pergunte: você quer ir para várias cidades, conhecendo pouco de cada uma, mas indo para o maior número possível? Ou quer ir para menos cidades, mas conhecendo melhor cada uma delas?

    Eu e minhas amigas ficamos com a segunda opção, até porque temos que levar em conta que é bastante cansativo ficar mudando de cidade diariamente ou a cada 2 dias (lemos bastante isso nas pesquisas que falei acima), então tinhamos em mente que com 17 dias para viajar, poderíamos ir para no máximo 7 cidades, já que dos 17 dias, 2 seriam para ir e para voltar.

  • Você conhece a Contiki?
     Se ainda não conhece, clica aqui. O site tem muuuita coisa legal, e se você ainda não tem vontade de viajar o mundo inteiro, não tenho dúvidas que passará a ter depois de ver todas as opções de viagens que eles oferecem.
    Tive como base de todos os mil roteiros que fiz pra esse mochilão os que o site oferece. Sim, tivemos vários roteiros diferentes. Grécia e Croácia, cancela. Espanha, Inglaterra e Itália, cancela. Itália e Malta, cancela. Espanha e Itália, cancela… Por aí vai, até que finalmente decidimos ir apenas para a Espanha.Por fim, vimos que decidir um roteiro vai muito além do que é bonitinho no mapa, do que é perto ou não, do que pode ir de trem ou de avião… Na prática você tem que ver realmente a possibilidade do trem ir de cidade X para Y, se não for, vale a pena pegar um trem e passar 5 horas pra chegar num lugar quando você poderia chegar em 1h30 de avião? Mas e os valores, compensam? No trem tem a vantagem de chegar na estação e ir “direto”, sem ter toda a burocracia de chegar um tempo antes, fazer check-in, despachar mala que se tem no aeroporto. Você tem que levar tudo isso em conta. Qual oferece o melhor custo benefício? O tempo perdido no trem/avião compensa? Pois tudo que você menos quer é passar muito tempo pra se locomover de uma cidade pra outra, o que você quer mesmo é aproveitar cada minuto da viagem, que já é corrida o bastante.

    Por fim, decidimos Barcelona, Palma de Maiorca, Ibiza, Valência, Madri e Salamanca. Tendo a opção ainda de visitar lugares próximos as cidades que vamos passar mais tempo, como Toledo e Santander.

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    Optamos por comprar todas as passagens com antecedência, para não correr o risco de deixar para comprar na hora e não ter vaga. Isso depende de pessoa para pessoa, tem gente que prefere ir literalmente com uma mochila nas costas e ir decidindo tudo na hora (acho massa! Quem sabe nos próximos mochilões).

  • Recebi dois sites de indicação de um amigo meu, e vou repassar pra vocês:
    O deuso das passagens baratas: Skyscanner
    – Tem quem compre tudo por ele e não tem nenhum problema. No meu caso, claro que as coisas tinham que ser mais dinâmicas. Na hora que comprei a primeira passagem (Barcelona->Palma de Maiorca), o site me mandou um email dizendo que o horário tinha sido mudado, e era algo completamente inviável, enfim…O deuso dos hostels: Hostel World

    Espero que tenham gostado, me mandem dúvidas, sugestões de posts e principalmente dicaaas pra minha viagem! ❤

    Beijos e até a próxima,

    Giovana

Oxford pelos olhos de uma intercambista (parte 2)

Eai futuros/ex intercambistas , vamos falar sobre programas culturais em Oxford?

Se você tem Oxford como próxima parada, senta aí e começa a anotar, são dicas de ouro pra você não ficar sem ter o que fazer nessa cidade maravilhosa. E se você -ainda- não tiver Oxford no roteiro, espero que consiga fazê-lo mudar de ideia.

Pois bem, começando pelo fato de que eu sou apaixonada por coisas medievais. Me deparar com a grande maioria dos 38 colleges de Oxford foi como estar num livro de história, quando levando em consideração que as universidades, em sua maioria, são localizadas em antigas construções (lê-se castelos) da cidade. Pense numa pessoa que ficou apaixonada e registrando tudo em vídeos e fotos: eu!

  • Open days: quem aí já ouviu falar? Se escutar alguém comentando sobre isso, cola nela que é sucesso. Os open days são nada mais nada menos do que dias (normalmente sábados e domingos) em que as faculdades abrem suas portas para todo mundo que quiser visitar os campus. Na maioria das vezes, eles não cobram nada por isso, no máximo colocam uma plaquinha na entrada indicando que você pode dar “o quanto você quiser”, e esse dinheiro normalmente é revertido para uma instituição de caridade.IMG_1289.jpg
    Quando estive em Oxford, tive a sorte de pegar um final de semana de open days, e pude visitar 15 universidades (se não estiver errando as contas). Fiz até mesmo um vídeo (#Aloucadosvídeos) com vídeos e fotos de algumas delas, e prometo colocar no youtube qualquer dia desses.
  • Parques: não tem como negar que meus olhos brilham só de pensar em passar a tarde no parque com os amigos. Vale constar que boa parte desse amor todo que eu sinto por aqueles gramados verdes cheio de jovens (alguns jogando algum esporte, outros apenas sentados conversando e comendo/bebendo algo) deve-se aos meus amigos muito habilidosos, João Pedro e Wayne. O João (como quem já leu esse posts deve saber)  garantia que nenhum momento passasse em branco, tirava foto de tudo, inclusive das caretas que eu fazia enquanto reclamava pedindo pra ele parar com os clicks. E o Wayne arrasava no violão! Música+fotos+amigos+comidas+bebidas= <3-South Park: fica por trás do Tesco da Cowley Road. Lembro que no período entre outubro->dezembro começou a ficar muuuito frio e por isso, era impossível ficar no parque se não tivesse bem agasalhado. Além de tudo chovia quase todos os dias -mesmo quando o dia começa com um solzão? Sim- e a dica é ir com alguma botinha fácil de limpar, nada de tênis bonitinho ou sapatilhas. A dica pra o South Park é andar até os “fundos” do parque, onde a grama é mais elevada. Lá de cima você tem uma vista surreal da cidade, vale muito a pena (preciso dizer que no pôr do sol fica ainda mais lindo?).IMG_1956
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    -Christ Church: mais conhecido pelo seu dining room do que por qualquer outra coisa, o Christ Church que também é um College e tem um parque maravilhoso, ganhou atenção quando o Dining Room foi usado como inspiração para os filmes de JK Rowling, Harry Potter. Ao contrário do que muitos pensam, o filme não foi gravado lá, mas o espaço foi minunciosamente copiado e recriado em um estúdio, onde ocorreram as gravações. Vale muito a pena conhecer o College, principalmente se você for fã de Harry Potter. Por ser muito perto do centro, é o destino preferido para comer alguma coisa no intervalo do almoço, para fazer piquenique a tarde ou até mesmo para dar uma volta.

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  • Museus: tenho que assumir que sou muito cri cri pra gostar de museus. História sempre foi uma das minhas matérias preferidas e eu amo coisa antiga, vivo falando “acho que nasci na época errada” pelo fato de amar histórias medievais, castelos, o jeito como as mulheres se vestiam antigamente com aqueles vestidos longos e rodados… Mas passar horas e horas andando e vendo quadros e estátuas não é muito minha praia, então tenho uma teoria de que quando eu gosto, é porque o museu é muito bom mesmo #selogiovanadegarantia kkkk. Então, os que vou indicar aqui, são os que eu realmente gostei.
    -Ashmolean Museum: maravilhosa a arquitetura externa do museu -que é o museu público mais antigo da Inglaterra- e por dentro é super moderno, muito legal mesmo! Tem umas áreas interativas e restaurante (tanto interno, quanto um no rooftop, com uma vista linda!). Vale a pena ir.oxford-cf-eatdrink-oxford-ashmolean-roof-terrace-ks-restaurants-gastro-pubs-2126-large
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    -Natural History Museum: dentro do museu tem o Pitt Rivers Museum, que contém a coleção de objetos antropológicos e arqueológicos da Oxford University. Vale muito a pena ir.

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  • Bridge of Sighs: a ponte -acredito que seja a mais famosa de Oxford- liga o Hertford College e o New College Lane. É parada obrigatória para fotos!DSC02381.JPG
  • Door that inspired Narnia: curiosidade, mas que vale a pena a parada. Essa porta é alvo de muitos flashes ao longo do dia, por ser conhecida como a porta que inspirou a porta do filme de Nárnia, além de ser muito bonita. Fica entre a High Street e a Radcliff Camera.IMG_1341.jpg
  • Botanic Gardens: apesar de haver momentos em que parecia que eu já conhecia Oxford como a palma da minha mão, tiveram lugares que eu não cheguei a ir -que pena ein Pai, acho que vou ter que ir lá qualquer dia desses- e um desses lugares foi o Botanic Garden. Quem me conhece sabe o quanto eu sou apaixonada por flores, e não tem explicação eu nunca ter ido lá. Sempre babei nas fotos, mas no dia que eu marquei com meus amigos de finalmente conhecer o Botanic Garden, já estava fechado. E isso foi no meu penúltimo dia em Oxford, ou seja, perdi a chance! Mas, como eu sei que esse lugar é maravilhoso, faço questão de indicar, tenho certeza que ninguém vai se arrepender de ter ido, e sim de não ter ido!IMG_6190
  • Oxford Castle: o “castelo” não é nada impressionante, principalmente quando comparado com as 38 universidades que existem nos arredores de Oxford, que como já disse anteriormente são verdadeiros castelos. O Oxford Castle teve boa parte da sua estrutura destruída na Guerra Civil Inglesa no séc 18, e ainda no final desse século foi usado como prisão. Apenas em 1996 deixou de ser prisão e passou a ser um hotel -da série coisas que só acontecem na Europa- clica aqui pra entrar no site do hotel. Dica: na frente do castelo tem um morro que você paga 1 pound (se eu não me engano) pra subir e ver o por do sol lá de cima é a coisa mais linda do mundo, vale a pena!

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  • Bodleian library: foi inaugurada em 1602 com um acervo de 2000 livros. Hoje, tem 9 milhões de livros espalhados por 176 quilometros de prateleiras, e podendo acomodar até 2500 leitores. Será que é grande? Ainda preciso dizer que vale a pena a visita? Ps: fica logo na frente da Radcliff Camera, e ao lado da Bridge of Sighs.

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  • Radcliff Camera: um dos pontos turísticos mais falados de Oxford, a famosa biblioteca da Oxford University foi construída em 1749. Não consegui visitar a parte interna, mas se você der sorte, vai pegar algum Open Day.IMG_6490
  • Punting: antes de ir para a Inglaterra não fazia a mínima ideia do que se tratava, mas a partir do momento que coloquei os pés lá vi o quanto o britânicos e turistas adoravam esse esporte -sim, punting é um esporte- e o quanto é lindo ver os rios cheios de barquinhos, seja com casais tomando um vinho com uma cesta cheia de comida, como com adolescentes se divertindo ao tentar guiar o barco. Bom, obviamente o meu caso se encaixa melhor no segundo exemplo. Todo meu amor por punting deve-se a um dos melhores dias do meu intercâmbio em Cambridge. Poderia escrever um textão contando como foi engraçado quase cair enquanto tentava fazer o nosso barco seguir em uma linha reta sem bater em nenhum outro -sim, minhas amigas ME escolheram pra ser a pessoa que fica em pé “remando”, fofas- ou como perseguimos um barco porque nele estava um menino muito parecido com o Cody Simpson (rolou até foto, coitado do menino), ou como foi engraçado e desesperador quando Duda quase caiu quando tentou me substituir, ou como estávamos nos sentindo as famosinhas do rio quando pessoas de outros barcos passavam por nós falando frases motivadoras para a gente sair do canto, rindo e até mesmo tirando fotos nossas. Foi de longe um dos melhores dias, por isso, recomendo muito!
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    Punting em Oxford

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  • Ice skating: a Kings (colégio em que estudei) sempre organizava uma programação semanal para termos o que fazer no tempo livre. E uma das programações era Ice Skating. Não cheguei a ir com o colégio, mas fui um dia com a Maju, uma amiga que conheci lá, e foi muito bom, sem falar que não pagamos nada por isso. Não lembro a localização exata, até porque a gente se perdeu no caminho, mas se você estiver em Oxford, procura saber se tá rolando ice skating por aí, vale muito a pena!IMG_5216.jpg
  • Cinema: nada melhor que um cineminha naqueles dias que você tá deprê! Fui várias vezes no que fica perto da estação de ônibus. A única coisa chata é que não tem muita variedade de filmes, mas é sempre uma boa pedida nos dias mais parados.

Então, paro por aqui o post sobre passeios/ programas culturais, e já começo a me preparar para escrever sobre a bagaceira vida noturna. Espero que tenham gostado! Qualquer dúvida fiquem a vontade pra falar comigo, vou adorar ajudá-los e dar ainda mais dicas do que eu puder.

Beijos e até a próxima!

 

 

Oxford pelos olhos de uma intercâmbista (parte 1)

Pra começar, a primeira coisa que você tem que saber é que pegar ônibus é muito fácil! Você vai se perder? Talvez. Vai se distrair e passar da parada? Muitas vezes. Vai se estressar porque por 1 minuto perdeu o ônibus? SIM. Mas tudo isso é normal, você tá na Inglaterra, então para de reclamar!

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Pra chegar no centro, ou como eles falam: City centre, você pode pegar o ônibus 10, 5 ou U5 (que é o top dos tops, porque os estudantes da Brookes University tem um desconto pra andar nesse bus, ou seja, só da gato kkkk é o ônibus mais badalados de todos, ainda mais quando se trata de uma sexta-feira ou sábado a noite).

A dica que minha host mom me deu no primeiro dia pra eu não me perder na hora de descer na parada do City Centre e que vale a pena repassar pra quem está chegando agora em Oxford é: “viu a torre com o relógio? Então você está no centro, pode descer do ônibus”. Essa torre é a Carfax Tower, que por sinal tem uma vista muito bonita da cidade e custa apenas 2 libras pra subir!

As dicas de hoje vão ser de restaurantes. Aguardem dicas de Pubs, baladas, programas culturais e outros nos próximos posts…

# RESTAURANTES NO CITY CENTRE:

  •  Fernando’s Café (restaurante brasileiro):  TUDO é bom, e num preço MUITO bom também (em média 5,50 libras), o que significa menos que a metade do preço da maioria dos restaurantes italianos, por exemplo. Até a salada é uma delícia! Fica logo embaixo (à direita) da Carfax tower.

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  • Eat, Pret a Manger, Costa Coffee, Starbucks, Rick’s: seguem o mesmo estilo, todos tem sanduíches para viagem, frutas, iogurtes, cafés, chás e afins. Mas de longe o Pret a Manger e o Rick’s são os meus preferidos (com exceção do chocolate quente do Costa que é the best). O Pret a Manger além de ser orgânico, é tudo preparado no dia, além de oferecer sopas (que não tem no Costa Coffee e Starbucks, por exemplo) e até mesmo sushi! Já o Rick’s, que eu também já falei aqui antes (clica aqui pra ler mais), tem o melhor sanduíche da Cowley Road, e também crepes (servidos até as 16:30).

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  • Itsu: paixão da vidaaaa!!! Melhor lugar para comer sushi, é tudo já pronto no prato, você só precisa escolher e pagar. Ps: se falar que vai comer lá no restaurante eles cobram uma taxa extra, dica do dia é falar que vai levar pra viagem e comer lá dentro na cara de pau kkkk ou realmente comer fora com os amigos. Tem um parque muito legal que eu costumava almoçar estilo piquenique com meus amigos: Christ Church (vou tentar colocar um mapa aqui pra explicar tudo pra vocês).
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  • Covered Market: é um mercado coberto, como o nome já diz, que fica na frente da parada de ônibus que desce no centro. Ir pra Oxford e não dar uma passada nesse mercado é que nem ir pra o Rio de Janeiro e não ir no Cristo Redentor!
    Indico um restaurante de sanduíches, que eu esqueci o nome. Acho que era o melhor restaurante de sanduíches do centro e tinha muito brasileiro trabalhando lá (muito bom pra conversar quando a saudade de casa bater e pra pedir umas dicas da cidade!). Fica na frente do quiosque de milshake Moo-moo’s (resisti provar com medo de ficar viciada, mas todo mundo que eu conheci lá era apaixonado por esses milkshakes, inclusive meus irmãozinhos). Esse quiosque fica do lado do tão falado Ben’s Cookies (esse não deu pra resistir! Só provando pra entender o meu amor e o de todo mundo que já provou) é uma mistura de cookie com bolo, com um recheio derretido e bem quentinho, além de ser muuuuito cheiroso, (clica aqui pra ler mais)! Se passar na frente do Covered Market você já sente o cheiro.

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    Outro lugar de sanduíches muito bom lá no Covered Market, que não perde pra o sem nome que eu citei acima, é o Georginas Coffee Shop.


    Ainda no mercado tem o meu lugar preferido de oxford, o The Varsity Club, fica no telhado do Covered Market. A entrada é uma porta um tanto quanto escondida, perto de um quiosque de flores logo na entrada do mercado (a da ponta mais perto da Carfax Tower). São uns 4 andares até chegar no terraço. Lá de cima da pra ver a cidade inteira, e no por do sol fica a coisa mais linda do mundo! É bom tanto pra ir tomar um café e aproveitar pra ver o por do sol, ou chegar já no por do sol e estender para a noite tomando uns drinks! ❤ muito amor por esse lugar.

  • Restaurantes italianos:
    – O Zizzi tem pizzas deliciosas e fui algumas vezes com meus amigos.
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     – Bella italia tem o melhor macarrão a carbonara da cidade (só não ganha do frango com molho carbonara do restaurante brasileiro).

    Ask italian era meu preferido dos 3 restaurantes italianos, lugar muito aconchegante, tinha um risoto de funghi delicioso! Meu host father já trabalhou lá, quando adolescente, como garçom e foi onde ele conheceu minha host mother ❤ carinho especial por esse lugar.
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  • Chatime – o melhor bubble tea da VIDA! Pra quem também é de recife: depois de provar o Chatime, quando voltar para Recife e for tomar aquele bubble tea do shopping, vai ficar pensando “mas que merda é essa????”.
    Indico o banana milk tea com pearls e sem açúcar! É maravilhoso!!!!
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  • Crepe de rua na frente do Westgate Mall: se tem crepe melhor do que aqueles de rua, eu quero saber! É muito bom e prático 🙂 Além do mais quando você tem a sorte de ser atendida por um gato que nem esse da foto, é de esperar calada e ainda achar boa a demora kkkkk.
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  • Byron: não fui no de Oxford, porque não sou muito fã de hambúrguer, mas fui nesse restaurante quando estive em Cambridge. Era do lado do colégio em que eu estudava e a melhor opção quando o almoço não era bom. Não me lembro do hambúrguer em si, devo ter gostado… Mas o milkshake de oreo me lembro até hoje kkkk dos deuses! Indico só pelo milkshake, se o hambúrguer for bom mesmo é lucro!

    # RESTAURANTES NA COWLEY ROAD:

  • Nando’s: é típico! (E também tem no city centre). Tem uns galetos picantes muito bons, hamburguer de frango, e umas comidinhas “de verdade” tipo purê, arroz… (fugindo do sanduíche nosso de cada dia).
  • Beet Root: restaurante orgânico delicioso. Lá você pode montar sua própria salada (como a da foto), e ainda levar pra viagem. Me salvava quando o almoço do colégio não era bom e eu tinha que ir em algum restaurante perto, bom e rápido.
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  • George & Delila: lanchonete muito top pra estudar a tarde e comer um docinho, seja um brownie com sorvete ou sorvete no potinho (os melhores sabores: cookies and cream e pistache). Sem comentários para os sanduíches -CALMA QUE SÃO DE BISCOITO (prometo não indicar mais sanduíches)- recheado com sorvete, e o waffle também com sorvete. Quer jacar? Então estamos falando do lugar certo.# RESTAURANTES QUE NÃO FUI EM OXFORD, MAS FUI EM OUTRAS CIDADES:
    Levando em consideração que é a mesma rede de restaurantes, indico pelo que eu fui, então espero que os de Oxford não decepcionem.
  • GBK, restaurante de hambúrguer, dizem que é o melhor. Como já disse antes, não sou muito fã de hambúrguer, mas na época que estudei em Cambridge comi no GBK com minhas amigas e lembro que o que mais me chamou a atenção, na verdade, foram as batatas fritas bem fininhas e crocantes. Mas vale a dica, segundo meus amigos, se você gostar de hambúrguer vai adorar. (Localização: City Centre)
  • Jamie’s Restaurant, do tão conhecido chef Jamie Oliver. Sempre tive vontade de ir no de Oxford e não sei ao certo porque finalmente nunca fui. Mas achei o de Londres uma delícia, vale a pena ir! (Localização: City Centre)

    # RESTAURANTES QUE NUNCA FUI, MAS SEMPRE TIVE VONTADE DE IR:

  • Greek Taverna: restaurante de comidas mediterrâneas muito fofo! Tinha vontade de ir só pela estrutura do restaurante, parecia ter saído de uma ilha grega. Se alguém já foi, deixa aqui nos comentários sua opinião 🙂
  • Côte Brasserie: restaurante muito chique e phyno no City Centre, uma atmosfera bem “casal”. Nunca fui porque né… Nem phyna e nem casal!# RESTAURANTES QUE NÃO INDICO:
  •  O Yosushi, achei muito caro e nada demais. Todo mundo fez o maior auê dizendo que era muito bom e bla bla bla, mas a única coisa legal na verdade é a proposta do restaurante: uma esteira fica passando os pratos coloridos (cada cor significa um valor) com umas 4 peças de sushi em cada. Não sei se comi demais #gordinha, ou se os pratos que peguei eram os mais caros, mas foi a refeição mais cara de todo intercâmbio, e não valeu a pena! Comia sushi mais gostoso e bem mais em conta no velho e bom Itsu.
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  • Sushi corner: levando em consideração o fato de eu ser muito fresca e complicada pra comida, pode ser que esse restaurante seja um pouquinho melhor aos olhos de outros. Mas achei o restaurante meio sujinho, e o sushi nada demais. Não indico.# OBSERVAÇÕES FINAIS:Obviamente tem muito mais opção de restaurante do que os que eu falei, mas realmente indiquei os que eu gosto e que ia frequentemente. Os que nunca fui e indiquei foram dicas sinceras de lugares que realmente pareciam bons. Os que não indico são baseados em experiências que eu tive, o que não quer dizer que todo mundo acha ruim também.
    E um detalhe final é que eu sou muito fresca com comida, seleciono até demais, segundo minha mãe. Não como comida chinesa, tailandesa, árabe e por aí vai, mas todos os meus amigos lá me arrastavam (eu ficava olhando, só pra enfatizar o quanto sou complicada kkkk) para vários restaurantes principalmente árabes e chineses, então se alguém quiser dicas de lugares para comer esse tipo de comida é só me falar que eu peço ajuda pra quem gosta.

Espero que tenha ajudado os futuros intercambistas, guardem essa dicas no coração viu? Deu trabalho kkk mas era uma coisa que eu queria ter lido antes de ir, então, aproveitem a “mão na roda” e esperem as próximas dicas  😀

Beijos e até a próxima!

Diario de intercâmbio: OXFORD

FINALMENTE!!!!

Gente, esse é o 49182764589136 vídeo que fiz sobre Oxford! Juro que tentei deixar o menor possível e ao mesmo tempo sem deixar de compartilhar tudo que queria do meu intercâmbio com vocês. Como disse nesse post, quis fazer esse video bem mais “Oxford”, mostrando meu dia a dia.

Espero que não tenha ficado cansativo, fiz um com 18 minutos para mim (tou dizendo que vou me empolgando achando que é um filme), e desse eu tirei algumas partes até ficar com 10 minutos pra vocês ❤ Tentei tirar ao máximo aquelas partes que só eu entendo/acho graça apesar de ainda ter muitos vídeos de momentos que talvez nem todo mundo entenda. Queria poder ficar pausando e narrando pra vocês (assim como fiz com todo mundo -amigos e família guerreiros!- que eu coloquei pra assistir antes de publicar), mas ia ser bizarro. Então, sintam-se a vontade pra perguntar aqui nos comentários qualquer coisa que quiserem saber. Vocês já devem ter percebido que eu amo falar/escrever e vou adorar contar detalhes sobre vídeos/fotos que coloquei no vídeo.

SAUDADES…

Espero que gostem e que esse vídeo influencie muita gente a fazer um intercâmbio.

Alguém aí ainda tem dúvidas que é a melhor coisa da vida?

 

Beijos e até a próxima!